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Blog da Guaranita

Moda que liberta

17 de julho de 2019

Um movimento que usa a vestimenta, a beleza e a autoimagem como ferramenta de reconexão com a verdade interior de cada mulher. É dessa forma que a stylist Yasmine Sterea, criadora da plataforma Free Free, define o movimento criado por ela com o objetivo de promover o autoconhecimento e o empoderamento feminino por meio da moda. “Para mim, a moda é algo que te faz sentir bem, que fortalece quem você é”, explica a stylist, em um vídeo para a Instagram TV. “Além disso, a moda é uma ferramenta de fortalecimento pessoal e até de cura.”

 

 

Crédito: Reprodução Instagram
Free Free: moda como ferramenta de fortalecimento pessoal

 

Colaboradora para projetos especiais da revista “Vogue”, Yasmine defende que os padrões que são impostos às mulheres estão muito presentes na maneira como ela se veste. Reconhecer o que é imposição e o que é escolha, portanto, tem poder libertador. E essa liberdade traz a consciência dessa ferramenta potente e democrática que a moda pode ser. “Afinal, temos de usar roupa para viver em sociedade.”

 

Crédito: Reprodução Instagram
A atriz Marina Ruy Barbosa com camiseta de bordado filé

 

“Acredito que, atualmente, mais importante do que a tendência é saber como aquela roupa te faz sentir”, afirma Yasmine, que junto com um time de psicólogos usa técnicas de neurolinguística e psicodrama para ajudar mulheres a resgatar sua identidade e criatividade. Pintura, fotografia, dança e meditação são algumas das atividades propostas em workshops e experiências promovidas pelo Free Free – muitas em parceria com o Ministério Público – com o intuito de elevar a autoestima de mulheres que sofreram algum tipo de violência.

 

Crédito: Reprodução Instagram
 Jaquetas com aplicação de crochê, à venda no site do Free Free

 

O movimento também apoia iniciativas de empreendedorismo feminino, promovendo resgate de técnicas artesanais. Recentemente, o Free Free convidou 200 mulheres de sete estados do Brasil a criar peças carregadas de identidade local. O resultado desse projeto está dando visibilidade a criações que talvez nunca chegassem às consumidoras do eixo Rio-São Paulo –, mas hoje podem ser adquiridas no site do movimento: freefree.art.

 

 

É o caso das jaquetas com aplicação de crochê criadas pelas artesãs da Comunidade de Agulhas Mágicas, em Brasília, das camisetas com bordado filé das mulheres de Marechal Deodoro, e das pulseiras feitas em tear feitas na comunidade de Xique Xique, no Piauí.

 

Crédito: Reprodução Instagram
A Free Free House

 

O Free Free também já buscou aliança com a grande indústria: uma parceria feita com a varejista Riachuelo deu forma a uma coleção de camisetas co-criadas por quatro artistas brasileiras. São elas: Manu Cunha, Stephanie Medeiros, Luiza Mussnich e Helena Sbeghen. A coleção Free Free X Riachuelo é “um convite para que as mulheres do Brasil inteiro se sintam confortáveis sendo quem são.”

Para conhecer toda a programação de eventos e parcerias do Free Free, basta acessar o site www.freefree.art

 

 

 


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