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Blog da Guaranita

Xadrez sacode a poeira e volta por cima na moda

14 de agosto de 2019

Uma das padronagens mais clássicas da história do vestuário, o xadrez passeia pelas passarelas todas as vezes em que a moda ganha ares mais masculinos e austeros. A julgar pelos desfiles de outono-inverno 2019 mostrados no Hemisfério Norte, esse é um dos momentos em que o xadrez, seja nas versões Vichy, tartã, príncipe-de-Gales, pied-de-poule ou pied-du-coq, sacode a poeira e dá a volta por cima – influenciando também a moda nacional.

 

Créditos: Reprodução Instagram C&A
Associadas aos escoceses, as estampas geométricas têm origem com os celtas.

As padronagens e estampas geométricas são parte da história da moda ocidental, com aparições desde a Idade do ferro (700 –50 a.C.), no Norte da Europa, principalmente na Alemanha e na Dinamarca. A origem de estampas geométricas é sempre associada aos escoceses, mas, de acordo com o historiador têxtil E. J. W. Barber, elas remontam aos antigos celtas.

 

Crédito: Reprodução Instagram Renner
O xadrez passeia pela moda toda vez que se que dar um tom mais masculino e austero.

Segundo o livro Tudo sobre Moda (Sextante), editado por Marnie Fogg, a perícia dos tecelões celtas já era reconhecida desde os tempos romanos. “Quem visitasse as Highlands escocesas no início do século XVIII elogiava a qualidade dos tecidos produzidos por seus habitantes.” A estampa quadriculada típica, que adornava os tecidos de lã da região, recebeu o nome de tartã a partir do século XVII. 

Os primeiros tartãs tinham cores discretas, obtidas a partir de corantes naturais, mas uma tendência a criar padrões mais coloridos surgiu com a disponibilidade de novos tipos de corantes. A partir de 1815, novas padronagens foram criadas e associadas a sobrenomes específicos.

Na moda recente, o xadrez foi bandeira estética da juventude “rebelde” em pelo menos duas ocasiões marcantes: o movimento punk, da Inglaterra dos anos 1970, e a moda grunge, que explodiu na Seattle (EUA) do final dos anos 1980.

 

Crédito: Reprodução Vogue
Nas passarelas contemporâneas, grifes como Balenciaga usaram e abusaram do xadrez na coleção outono-inverno 2019.

 

Crédito: Reprodução Vogue
A Burberry visita e revisita a estampa em praticamente todas as coleções, talvez pela certeza de que o clássico está sempre em alta.

Nas passarelas contemporâneas, grifes como Balenciaga, Marc Jacobs, Alexander McQueen e Chanel foram algumas das que, ao lado da Burberry, usaram e abusaram do xadrez para a coleção outono-inverno 2019. A inglesa Burberry, autora da padronagem quadriculada mais copiada da atualidade, visita e revisita a estampa em praticamente todas as coleções. Talvez pela certeza de que o clássico está sempre em alta.

 

Crédito: Reprodução Vogue
Chanel (duas imagens à esquerda) e Marc Jacobs (imagens à direita) também levaram seus xadrezes para a passarela de inverno.

 

Desfile Marc Jacobs (reprodução Vogue)

 

 


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